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domingo, 5 de abril de 2009

A web 2.0 na educação

Este vídeo é interessante para os professores que se interessam por usar a web 2.0 na educação:
WEB 2 0 na Educação WEB 2 0 na Educação Milena Apresentação electrónica sobre web 2.0

Uma ótima ferramenta para professores de História

A revista Veja lançou o site Veja na História que simula reportagens que teriam sido feitas no calor do acontecimento histórico. Ao navegar pela crise de 1929, por exemplo, pode-se encontrar várias notícias relacionadas ao fato, desde o anúncio do crash da bolsa até a situação da produção cafeeira brasileira nesse período.
O interessante é que pode-se encontrar entrevistas, fotos, notícias relacionadas, ou seja, um material valoroso para o professor de História.

sábado, 4 de abril de 2009

O planejamento pedagógico

A questão-problema deve estar presente em todos os momentos do processo de conhecimento. Ao iniciar um conteúdo como, por exemplo a Revolução Francesa, espera-se que o professor instigue o aluno a um questionamento inicial. Nesse momento, o aluno é encorajado a expor idéias que serão comprovadas ou refutadas posteriormente.

Esse processo permite que o aluno acione a imaginação para solucionar os problemas que se apresentam, possibilitando a reconstrução do conhecimento pela própria ação desse aluno de buscar respostas.

O próximo passo é o levantamento de informações que gera o aumento do conhecimento sobre o tema pesquisado e treina olhar do aluno para a observação científica. Nesse momento, é importante que se dê atenção aos novos conceitos que aparecerem, o que exige que o professor tenha se preparado, conhecendo profundamente o objeto de pesquisa.

Todas as etapas do processo de aprendizagem devem ser devidamente registradas para que o aluno tenha a possibilidade de refletir sobre as suas hipóteses iniciais. Ao verificar se é possível comprovar ou não sua hipótese inicial, o aluno poderá prosseguir em duas opções de ação. Se as dúvidas permanecerem, recomenda-se que a turma seja incentivada a continuar pesquisando através de livros, internet, entrevista com um especialista etc. Caso a pesquisa gere novas dúvidas, pode ser interessante outro projeto de estudo que suscite novas buscas por novos conceitos.

Esse procedimento deve ser realizado através de uma seqüência didática bem articulada que contenha objetivos, conteúdos, séries alvo, desenvolvimento em etapas e avaliação. O planejamento prévio é o grande segredo de qualquer atividade pedagógica. Quando avaliamos riscos, pesquisamos sobre o tema, projetamos resultados, planejamos as etapas etc., temos maiores de chances de sucesso nos nossos propósitos.

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domingo, 29 de março de 2009

Pensando a violência escolar

Me pus a pensar sobre o surto de violência explícita nas escolas, bastante divulgada pelos meios de comunicação de massa ultimamente. A violência no âmbito escolar tem sido assunto freqüente em teses e artigos acadêmicos, mas também circula intensamente nas salas dos professores, grupos de discussão da web, blogs e outros espaços de interação.

Nos acostumamos a pensar a violência escolar relacionando-a a ações como: a depredação do espaço escolar, as ameaças ao corpo docente e gestores da escola, as brigas, a insubordinação. Atualmente, soma-se a essa gama de práticas violentas a violência simbólica, que se situa tanto na relação aluno/aluno (bullying), como também nas relações aluno/professor e aluno/corpo técnico pedagógico escolar. Não podemos nos esquecer de ressaltar a intervenção violenta de pais, também significativa.

A escola reflete a violência que acontece fora dela, mas também produz a sua própria. Segundo Bernard Charlot, violência é o nome que se dá a um ato, uma palavra, uma situação, etc., em que um ser humano é tratado como um objeto, sendo negados seus direitos e sua dignidade de ser humano, de membro de uma sociedade, de sujeito insubstituível. Assim definida, a violência é o exato contrario da educação, que ajuda a advir o ser humano, o membro da sociedade, o sujeito singular.

A “sacrossanta” instituição da escola, na verdade, é um manancial de relações conflituosas decorrente, principalmente, da massificação do ensino que gerou um aumento significativo de alunos nas escolas, que se traduz em maior número de idéias, de valores, de culturas e vivências: heterogeneidade.

O professor, que até outrora era preparado para atuar como um transmissor de conteúdo, contando com um controle disciplinar que implicava medidas punitivas e repressivas, diante dessa nova realidade, percebeu-se despreparado para lidar com situações conflitantes no interior das escolas.

Essas relações conflituosas podem se tornar o foco gerador da violência escolar. O modelo de gestão democrática da educação, com a participação da comunidade na rotina escolar representa um avanço na descentralização da escola e, consequentemente, um maior envolvimento de outros sujeitos no processo educativo e na tomada de decisões. Dessa forma, a escola torna-se a mediadora da comunidade, mediadora dos conflitos, implicando na diminuição da incidência da violência.

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sábado, 28 de março de 2009

A vantagem dos blogs

  • Aproximar professores e alunos Os estudantes tendem a se identificar com o professor blogueiro. Se o aluno cria um blog, os professores têm um espaço a mais para orientar o aluno ;
  • Permitir maior reflexão sobre o conteúdo. Quando o professor blogueiro expõe sua opinião, está sujeito a críticas e elogios. Com isso, reflete sobre seu trabalho e faz os alunos pensarem mais sobre o tema proposto;
  • Manter o professor atualizado. O professor blogueiro busca em outros sites e blogs informações para compartilhar com os alunos. Isso o coloca em permanente reciclagem;
  • Criar uma atividade fora do horário de aula. O estudo não fica restrito aos 45 minutos de sala de aula. Com o blog, o professor instiga os alunos a estudar mais. Eles buscam no blog desafios, exercícios e gabaritos ;
  • Trazer experiências de fora da escola. O blog abre as atividades da escola para pessoas de outros colégios, cidades e até países colaborarem. Isso amplia a visão de mundo da turma;
  • Divulgar o trabalho do aluno e do professor. As produções do aluno ou do professor podem ser vistas, comentadas e conhecidas por qualquer internauta do mundo. Isso é um incentivo para alunos e professores se dedicarem;
  • Permitir o acompanhamento. Com os blogs, os pais podem monitorar as atividades escolares dos filhos. E também ter acesso ao que o professor está ensinando. Isso não é possível com as aulas;
  • Ensinar linguagem digital. Ao montar blogs, alunos e professores passam por um processo de "alfabetização digital". Aprendem a fazer downloads e outros recursos para navegar com facilidade.

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sexta-feira, 27 de março de 2009

O desafio da escola: manter-se indispensável.

A escola tem enfrentado o desafio de manter-se indispensável diante do novo perfil de alunos e carência de professores preparados para lidar com a tecnologia oferecida nas escolas.
Muitas escolas estão se equipando com ferramentas de última geração sem “saber aproveitá-los na metodologia de ensino”. O professor deveria receber uma formação que lhe permitisse fazer um bom uso de toda tecnologia disponível.
Apesar das escolas particulares serem privilegiadas do ponto de vista tecnológico, escolas públicas também têm se utilizado de recursos tecnológicos em suas práticas educativas. Algumas possuem recursos tecnológicos interativos e participam de cursos de especialização na área, financiados pela prefeitura.
De acordo com a pesquisadora Lea Fagundes da UFRGS, a escola ainda não penetrou a cultura digital. "Hoje, esses estabelecimentos querem trazer as ferramentas digitais para continuar ensinando como no modelo industrial. A tecnologia digital não é uma varinha mágica, nem um sistema multiuso e polivalente que serve para tudo. Não depende do professor dizer se é bom ou não, porque hoje ninguém tem a resposta certa. Estamos todos em busca da verdade", acredita. "As condições culturais para a mudança pedagógica já estão dadas. A questão agora é apropriar-se delas e acreditar que se pode fazê-las. A resistência muito grande parte das concepções dos educadores de que sua missão é ensinar".


data:25 de março de 2009